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Debandada

Debonde (RJ)

Debandada é uma intervenção que atravessa e é atravessada pela rua. É um movimento estrondoso no qual seis artistas dançarinos com suas potencialidades e diferenças, passam, arrastam, sustentam, rabiscam e ocupam os espaços urbanos. É nesse pique que o DeBonde te convida para participar dessa performance itinerante.

 

O coletivo DeBonde, formado pelos artistas dançarinos Amanda Gouveia, Dandara Patroclo, Luana Bezerra, Tais Almeida, Salasar Junior e Wagner Cria, nasce em 2021 em um ato de rebeldia, da necessidade de criar e pensar novas maneiras de fazer danças e suas estruturas. Como artistas periféricos, negros, lgbtqiap+ e afroindígenas, buscam a visibilidade dessas corpas, encontrando juntes uma maneira de estar em cena nas suas potencialidades e diferenças. Com ousadia e diálogo, o olhar e fazer arte acontece de forma plural e colaborativa, experimentando a possibilidade de viver de dança profissionalmente nessa contemporaneidade.

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À Beira

Gabi Holanda e Marcela Aragão (PE)

Aqui na terra do mangue, a vida de quem vive à beira não vale mais que a lama. Enquanto a cidade segue seu curso de sufocar vidas, concretar o solo e aterrar cada artéria e diversidade deste território, a cor e o cheiro intenso do mangue ainda vibram na memória do lugar. As enchentes transbordam as dores dos rios, obrigando a cidade a parar e mirar suas veias. À Beira mergulha nas relações de afeto e conflitos ligados ao sufocamento dos rios urbanos, fazendo emergir o processo de gentrificação e apagamento de comunidades ribeirinhas e periféricas na cidade. Em deslocamento às margens do rio, tece-se presente, passado e futuro, memórias pessoais e coletivas.

Gabi Holanda, diretora e pesquisadora reconhecida pelo espetáculo "Sopro d’Água" e outras obras que aproximam dança e ecologia, convida os performers Marcela Aragão e José Cirilo, e o músico Thiago Neves, para colaborarem no projeto "Catando memórias de um ex-rio". Juntos, investigam a ecoperformance e a composição situada, abordando os afetos e conflitos ligados aos rios urbanos. O projeto se desdobra na performance itinerante “À Beira”, no curta-metragem “Memórias de um ex-rio”, na “Oficina Corpo-Afluente” e na série em audioperformance “Leito”, sob influência da pesquisa metodológica da oficina “Corpo-ambiente em fluxo”, realizada anteriormente.

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Desamadas

Maria Eugênia Félix (DF)

 

Neste monólogo, Maria Eugênia Félix, transita entre dança, teatro e performance buscando maior verticalidade na sua presença, dando voz a duas faces femininas que narram suas histórias de desamor. Através de uma narrativa não linear a obra mergulha nas memórias e experiências dessas mulheres corajosas. Os momentos de dor, tristezas e medos são retratados com uma intensidade catártica. A dança se entrelaça com a atuação dando voz às emoções profundas que permeiam a jornada das personagens. DESAMADAS é uma performance arrebatadora que denuncia a cruel realidade da violência contra a mulher em todas as suas formas. Baseado na história de vida da própria atriz e de corpos femininos periféricos que fizeram parte de sua vida. DESAMADAS é um grito de resistência e uma reverência a força feminina e uma chamada à ação. Uma experiência visceral e comovente que pretende impactar profundamente os espectadores e motivar uma mudança realmente nossa sociedade.

 

Maria Eugênia Félix é atriz, performer e pesquisadora do corpo da cena e presença criativa há 14 anos. Formada pela Faculdade de arte Dulcina, a atriz tem um vasto currículo profissional entre peças teatrais, cinema e performances híbridas. Fez parte do grupo "Sutil Ato" como atriz criadora por 8 anos onde desenvolveu uma pesquisa aprofundada dos textos de Plínio Marcos que resultou na tetralogia Autópsia, sendo premiada em 2018, como melhor atriz, no " Prêmio Sesc do teatro candango", com Autópsia IV. Em sua pesquisa do "Corpo criativo" sempre busca movimentos e expressões híbridas e une a dança como proposta de pulsar a criação e expandir sua possibilidade de comunicação.

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BaileClava 5.0

Casa de Onijá (DF)

A BAILECLAVA 5.0, convida a comunidade Ballroom a se unir em celebração e resistência. Inspirados pelo Movimento Zapatista, convidamos os artistas a cobrirem seus rostos com balaclavas customizadas, simbolizando sua identidade e luta. O Mercado Sul como espaço de moradia e ocupação cultural, receberá o festival unindo-se em um rosto coletivo na luta pelo território.

A Casa de Onijá é um coletivo artístico e House pertencente à cultura Ballroom no Distrito Federal. O coletivo atua desde 2019 realizando formações a partir da cultura voguing com temas sobre diversidade sexual e de gênero, direito à cidade e vidas positHIVas. Atuam na educação a partir de linguagens artísticas da Ballroom e na produção cultural, impulsionando jovens negros, indígenas e LGBTQIAPN+ das periferias.

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Manifesto de um Jovem Sonhador

Guel Soares (DF)

 

"Manifesto de um jovem sonhador", é o desabafo de alguém que por muitos anos se manteve calado. Um corpo cansado e magoado pelas inúmeras controvérsias da realidade de ser uma pessoa LGBTQIAPN+, dança com a intenção de expressar tudo aquilo que ficou guardado por anos. É choro, grito e respiro. É a cartase do ser em seu mais puro estado, sensível e vulnerável. 

 

Miguel Soares Santos, nome artístico "Guel Soares", 20 anos, natural do interior do Goiás, é entusiasta em tudo que envolva arte desde criança, porém por falta de oportunidades, só conseguiu se reconhecer como artista ao se mudar para a capital durante seu ensino médio. Desde então segue se aventurando e explorando diferentes caminhos na arte. Atualmente é estudante de Licenciatura em Dança no Instituto Federal de Brasília, e atua como dançarino, coreógrafo e ator no Coletivo Artístico CeinCena.

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Revinda

Rebeca Gondim e Maria Agrelli (PE)

 

Revinda é um trabalho dançado pela artista Rebeca Gondim, nascida e criada na periferia do Recife, no bairro de Beberibe, que conta histórias do povo preto periférico brasileiro, suas dores, suas revoltas e suas celebrações. A dança de Revinda expressa em seus movimentos o tônus da resistência e das brincadeiras das culturas populares, carrega o improviso dos Mestres de cerimônia, as esquivas do Frevo, a imponência dos tambores, a instiga das massas e a solidariedade das comunidades. Uma confluência de narrativas, histórias e sonhos, dando voz ao povo preto e suas formas de estar no mundo.

 

 Rebeca Gondim é passista de frevo, pesquisadora e professora de dança. Integrante da COLETIVA, do Coletivo Encruzilhada e Coletivo Saída de Emergência. Possui Graduação em Licenciatura em Dança pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e é especialista em Estudos Contemporâneos em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).

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Cantos Escuros

Panamby (SP)

 

Aparição sônica, para além de quem está presente e quem habita, mas quem habitou, quem habitará e o próprio espaço-tempo e suas pulsações. Comunicar e entoar em ressonância com o sentimento de passado, presente e futuro atravessados, espiralados, vibrando outras frequências. É um desejo de reencantar. Permear os poros para uma escuta de corpo inteiro, sensível ao meio. Ao mesmo tempo, a presença-escuta é ativa, gera outros sons e parte de um corpo envultado. “Cantos Escuros” é uma tentativa de povoar o breu, chamando a noite para nos cobrir com seu manto de escuridão, segredo e regeneração.


Panamby é artista, des-ensinadore, mãe/mamão. Dedica-se à pesquisa e criação poética a partir de limites psicofísicos, práticas corporais, sonoras e oníricas em experiências rituais, aparições, vultos e visagens. Segue suturando na vida e trilhando caminhos de regeneração, transitando entre territórios (SP/RJ/MA). Passou a trabalhar sonoridades como prática poética escura, instigado pelos processos de gestação e parto, como tentativa de tanger o invisível, evocar e comunicar em outras língua-gens. (www.panamby.art)

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Toda Cidade Já Foi Floresta

Idiane Crudzá (AL)

O Festival Marco Zero se entende e se alinha as causas e lutas dos Povos Originários e Quilombolas, por isso, convida a liderança indígena Idiane Crudzá, do Povo Kariri -Xocó de Alagoas, para abrir os caminhos do FMZ nesse ano de 2024. Com seu maracá nas mãos e fumaça de fumo nascendo no cachimbo, Idiane cantará torés sagrados e proferirá palavras para os corpos-territórios presentes na ação.

Idiane é professora da língua Dzubuá Kipeá Kariri e faz parte da Coletiva Flecha Lançada Arte.

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Injeção anticolonial

Kiga Bóe (MT)

 

Injetando tinta sagrado na pele do transeunte, a artista Kiga Bóe desvenda narrativas coloniais de morticídios das corpas indígenas trans. Kiga, de pés descalços, debaixo de uma árvore na cidade de Brasília, grafa na pele das pessoas e troca experiencias ‘cosmopolíticas’ da sua existência. 

Indígena do Povo Bóe Bororo, da aldeia Meruri, município de General Carneiro-MT. Imedu/Aredu: Homem/Mulher ou trans/travesti a partir da perspectiva cultural tradicional do seu povo. Designer (UCDB), Mestra em Antropologia Social (UFMS) e Doutoranda em Antropologia Social (UFG).

 

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Tatu Panji Angola (3 irmãos angolanos)

Idaebteam (Angola)

 

A intervenção fala sobre três irmãos dançarinos com características muito próprias dentro da arte. Tatué, o extrovertido, é cheio de energia muito contagiante e com um grande coração para muitos, o dono da execução. Panji, o tímido, é muito participativo, sempre disposto a aprender com os manos. Adora viver novas experiências, desde que sejam na companhia dos seus  irmãos. Ngola, sem sobras de dúvidas, o mais atento e perfeccionista. Gosta de trabalhar com o irmão Tatu, desenvolvendo conexões com variados estilos e ritmos, sempre ao pé da letra, com a certeza de uma ótima companhia. Juntos formam o trio Tatu Panji Ngola. Por meio desta dança, eles nos levarão a um misto de emoções e trarão consigo um belo registro da cultura angolana. Intérpretes criadores: Vandro Poster, Geo e Didi BB. Produção: Lenna Siqueira, Dilo Paulo e Luís Miguel

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Duo para 2 Perdidos

Dual (SP)

Baseado no universo do texto teatral “Dois Perdidos Numa Noite Suja”, de Plínio Marcos, o espetáculo Duo Para Dois Perdidos aborda a relação entre dois mundos corporais distintos em choque e diálogo a partir de suas singularidades.

 

Criada em 2011, a Dual realiza pesquisas artísticas a partir de mitologias e fenômenos históricos associados à cultura brasileira. Sua trajetória teve início com o espetáculo Duo Para Dois Perdidos, inspirado no universo do dramaturgo brasileiro Plínio Marcos. Em 2014, evocou as tensões religiosas do Brasil colonial para criar o espetáculo Terra Trêmula. Em 2016, através de intercâmbios realizados na aldeia Guarani Guyrapa-Ju, criou “Profetas da Selva". Em 2017 estreou "Chulos", espetáculo inspirado na mitologia ao redor das Folias de Reis e, em 2018, criou “Tríptico Sertanejo”, espetáculo que adentrou os sertões brasileiros e trouxe à cena as complexas paisagens, mitologias e modos de ser sertanejos. Unindo dança, teatro e circo levou à cena o espetáculo “Linha Vermelha", um mergulho na estética das óperas e comédias do Brasil do século 18. Participou de importantes festivais de norte a sul do país e no exterior. A Cia realiza ainda atividades pedagógicas em diversos formatos, com destaque para o Curso História Prática da Dança no Brasil, além da publicação Lanternas no Caos-Uma História da Dança no Brasil. Principais premiações: Prêmio Denilto Gomes (2021); Prêmio FETEG (2019); Prêmio Arte e Inclusão (2018); Prêmio Brasil Criativo (2016). Indicada ao Prêmio APCA (2017/2020) e Prêmio Bravo! (2017).

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Entre Mundos

Cia. Corpus Entre Mundos (DF)

 

Entre Mundos transcende os limites da dança e mergulha em um universo onde a imaginação floresce e os corações se conectam através da linguagem universal da dança Afro Contemporânea. Cada passo, cada movimento é uma descoberta, convidando a plateia a explorar territórios inexplorados e a celebrar a diversidade cultural. Entre Mundos é uma jornada de descobertas e celebração da dança e da cultura!

 

A cia de Dança Corpus Entre Mundos, fundada em 2013 no Rio de Janeiro (RJ), surge como uma verdadeira celebração da diversidade cultural e artística. Criada pelo bailarino e coreógrafo angolano Dilo Paulo, a cia traz consigo uma essência multicultural que transcende fronteiras e conecta diferentes mundos através da linguagem universal da dança. Desde sua origem, a Corpus Entre Mundos tem se destacado pela sua capacidade de mesclar diversas culturas, idiomas e formas de expressão, refletindo seu nome sugestivo que enfatiza a interseção entre os diversos universos. Sob a direção de Lenna Siqueira e Dilo Paulo, a companhia estabeleceu sua sede em Brasília, continuando a promover um diálogo cultural enriquecedor. Com um repertório que abarca 10 espetáculos vibrantes, a companhia já percorreu diversos cenários no Brasil e em Angola. De Luanda a Brasília, de São Luís a Belém, a Corpus Entre Mundos tem deixado sua marca em cada apresentação, mergulhando profundamente na essência das danças africanas e afro-brasileiras. A Cia não apenas encanta, mas também inspira, transformando o palco em um espaço de inclusão e empoderamento. Em cada movimento, a Corpus Entre Mundos nos lembra da beleza da diversidade e da força da união.

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Ser Uma

Seio Sonoro (DF)

 

Saber ouvir para além das palavras, escutar para além da fala. Olhar e enxergar.  SER UMA é um duo com música autoral de mulheres da cidade, que investiga os  entrelaces, os nós e as relações possíveis dos dois corpos em cena. Inspiradas pelo EP Saudade do Mar, das musicistas Isadora Pina e Paula Torelly, as dançarinas em cena criam a partir das metáforas que surgem da distância entre Brasília e o mar;  Brasília e o concreto e Brasília e os corpos que a habitam. A construção poética gira  em torno da sensação de mergulhar em si e no outro, indo além dos encontros e desencontros urbanos cotidianos. Poetizar a troca. Emaranhar-se. Fundir. E, finalmente, SER UMA.

O Projeto Seio Sonoro busca investir em três pilares principais: a música, o mover (dança) e a cidade. A ideia central é unir diferentes artistas da cidade de Brasília em laboratórios e vivências provocando, assim, o encontro e intercâmbio entre as artes. O Projeto teve seu início em 2019 quando reuniu 8 mulheres da dança e da música em uma grande experiência de deslocamento pela área central de Brasília. A partir disso, criou-se um espetáculo-show onde compartilhamos a potência do encontro das artistas. Além disso, o coletivo realiza o LAB SONORO, um laboratório com participação do público na criação cênica.

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Ara Àiyé - Corpo da Terra

Kaled Hassan (DF)

 

Sinopse: Ara Àyié - Corpo da Terra é uma performance que foi construída a partir dos desdobramentos de elementos cênicos e em movimento que representam o Orixá Omolú, proveniente das religiões de matrizes africanas. O resultado dessas descobertas e encruzilhadas  se  deu, primeiramente, através de um vídeo dança (2020). Em cena a performance é um ode em movimento ao orixá através dos seus diversos elementos e características.

 

Bio: Kaled Andrade (28 anos) é  brasiliense, formado em Licenciatura em Dança pelo IFB (2018). Arte-educador, participou de diversos seminários, congressos e mostras de dança/performance em vários estados do Brasil. Apresenta a pesquisa intitulada "Motrizes Negras" onde promove a valorização de metodologias que priorizam as corporeidades negras. Atualmente é professor substituto de Artes (SEDF), integra a Cia Mutum e possui o título de Prince na Kiki House Casa de Laffond (Comunidade Ballroom-DF).

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Monumento à Guerrilheira

Plataforma Ka'adela (BH)

 

Sinopse:  Para quem são erguidas estátuas na cidade? Monumento à Guerrilheira: uma infiltração no cotidiano, ação efêmera de resgate da nossa história, para que possamos aprender com as que vieram antes de nós. Uma estátua-viva, porque nós estamos vivas, sendo semente de cada uma de outras e de tantas mulheres. Manifesto anticolonial em legítima defesa. Às que vieram, às que estão e às que virão.

 

Bio: Idylla Silmarovi é atriz, performer, dramaturga e cabareta. Idealizadora da Plataforma Ka'adela que, desde 2021, reúne artistas e ativistas de diversas linguagens das artes para pesquisar, experimentar e agir artisticamente nos espaços urbanos e tensionar os espaços de memória que homenageiam torturadores, colonizadores e genocidas. Com a Plataforma, buscamos destituir o poder da memória colonial evocando as memórias dos nossos corpos e trazendo à tona o nosso direito à memória, à existência e à referência. Acreditamos na potência da obra aberta e do trabalho em processo que permite aprofundamentos e transformações, a partir de cada encontro traçado junto a nós.

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1 Lixo

Iago Gabriel (DF)

 

Sinopse: A performance é uma reflexão sobre as toxidades presentes na existência do homem, tanto na perspectiva do gênero quanto na perspectiva social enquanto ser humano no mundo que habitamos. Observando o quanto a presença masculina gera conflitos e questões tão relevantes no meio social a performance traz uma perspectiva um tanto quanto debochada sobre como a masculinidade pode ser frágil e doentia até para quem se entende enquanto homem. 

 

Bio: Brasiliense, iniciou seus estudos em dança no ano de 2009 através de aulas regulares de dança contemporânea e clássica. Em 2012 ingressou no curso de licenciatura em dança no IFB, onde pode ter experiências de intercâmbio com coreógrafos e performers, possibilitando o contato com diferentes perspectivas de criação e composição de cena. Em 2015 começou a ministrar aulas regulares de dança contemporânea e desenvolver processos coreográficos direcionados para o pensamento em dança na contemporaneidade. Em 2017 integrou a Pioneer House of Hands Up, um coletivo da cultura e cena ballroom de preservação e disseminação da cultura preta, latina, periférica e LGBTQIAP+, onde atua como imperador da house que é reconhecida por suas ações formativas desde 2012. Possui o título de Statement da cena DF. Hoje integra o elenco da Cia. MUTUM, um coletivo de performance em dança com foco na visibilidade de corpos dissidentes e LGBTQIAP+. Atuou como dançarino em diversas produções de espetáculos de dança que foram desenvolvidas através do apoio do FAC desde 2012. Fez diversas residências artísticas proporcionadas por projetos culturais e direcionadas para o corpo em cena.

Acompanhe o itinerário das intervenções e perfomances
nas regiões do DF.
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